Se você é tenista e pensa em experimentar o squash, vai precisar se adaptar a uma realidade diferente.
O que parece apenas um jogo de raquete dentro de quatro paredes pode se transformar em um grande desafio da sua vida esportiva.
No vídeo da Federação de Squash da Paraíba, o médico e ex-tenista Alexandre Aranha compartilha sua jornada ao trocar o tênis pelo squash e revela as principais dificuldades que enfrentou.
O resumo do vídeo está aqui, mas prevalece a lógica de sempre: é melhor assistir ao conteúdo inteiro do que se ater apenas aos pontos principais listados a seguir.
Viés de confirmação: o squash não é sem graça
No início, nosso protagonista pensava que squash era monótono. Afinal, bater a bola contra a parede não parecia tão empolgante quanto um longo rali de tênis.
Mas, aos poucos, ele percebeu que um tenista no squash encontra novas emoções e uma dinâmica única.
Adaptando a técnica da raquete
Se você está acostumado ao top spin no tênis, esqueça! No squash, os movimentos exigem backspin e sidespin, tornando o jogo muito mais técnico e imprevisível.
Por isso, o tenista no squash precisa reaprender a bater na bola para garantir um bom desempenho.
Bem-vindo ao ambiente fechado
O tênis é um esporte ao ar livre, enquanto o squash acontece em uma quadra fechada e, muitas vezes, quente.
Para quem sempre teve o vento refrescando as jogadas, a transição pode ser complicada.
Mas calma, o tenista no squash logo se acostuma com essa nova realidade e aprende a manter o foco apesar do calor.
Intensidade física: sem tempo para descanso
Diferente do tênis, que permite pausas entre saques e pontos, o squash é pura intensidade.
Ou seja, cada ponto exige movimentação constante e respostas rápidas. O tenista no squash percebe que a falta de descanso pode ser exaustiva – mas também incrivelmente recompensadora.
Paredes e adversário: a luta por espaço
No squash, além do adversário, você precisa lidar com paredes que podem alterar completamente a trajetória da bola.
Logo, o tenista no squash deve ajustar sua movimentação para não esbarrar nem perder o tempo de resposta.
A Bola engana
Diferentemente do tênis, em que a bola segue uma trajetória previsível, no squash ela pode bater na parede lateral e mudar de direção.
Para quem não está acostumado, isso pode ser um verdadeiro enigma. Logo, o tenista no squash aprende que a antecipação e a leitura do jogo são fundamentais.
O jogo das pernas
No tênis, a movimentação é mais espaçada e controlada. No squash, deslocamentos rápidos e mudanças bruscas de direção são essenciais.
Por isso, o tenista no squash precisa aprimorar seu jogo de pés para não ser pego de surpresa.
Conclusão: vale a pena mudar para o squash?
Apesar dos desafios, quem supera essas dificuldades acaba viciado no esporte!
O squash oferece um jogo rápido, estratégico e físico, perfeito para quem busca novas emoções.
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Se você quer entender um pouco mais sobre as diferenças entre a demanda física no squash e no tênis, temos uma postagem e um vídeo explicativo sobre o assunto. Confira também!





